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A importância da fachada e sinalização

Decidimos hoje descrever a importância de uma fachada sem nenhum termo técnico, dando exemplos simples através de depoimentos reais.

Antes de contar o que me aconteceu, primeiramente devo me apresentar. Meu nome é Francine Bezerra, sou jornalista e hoje vou começar a contribuir com o blog da Studium!

No post anterior o Gustavo de Mattos apresentou uma noção do que é ACM. Ele tem um senso estético muito aguçado e integra a minha equipe de trabalho.

A primeira experiência que acho importante compartilhar aconteceu comigo às vésperas da formatura da minha irmã. Eu tinha 16 anos e fui com minha mãe, irmã e avô procurar vestidos para a ocasião.

Depois de resolvermos tudo a fome bateu e procurar uma lanchonete no mínimo decente não foi tarefa fácil. Meu avô avistava qualquer uma e dizia que estava bom lá mesmo, mas minha mãe dizia que não, que não era limpa, que era estranha, esquisita.  Até que depois de andarmos um pouco mais encontramos uma lanchonete com a aparência que mais agradava aos nossos olhos. Tinha a fachada bonita e uma super limpeza e organização.

Outro fato que me aconteceu mais recentemente foi com o carro que peguei do meu pai. Ele avisou que precisava consertar a direção. Pesquisei lugares para fazer esse serviço e o mais confiável, em que recebi duas indicações de pessoas diferentes, ficava em outra cidade. Deixei isso para depois, mas precisava ir para uma festa nessa mesma cidade, só que no período da noite, por isso eu nem estava pensando nesse serviço naquela ocasião.

No entanto, no caminho para a festa, consegui identificar o local indicado. Eu não estava procurando o local, mas o estabelecimento mesmo fechado  possuía um totem luminoso na beira da estrada, de modo que era inevitável observar. Era por volta das nove da noite e o luminoso indicava não só o nome do local como o serviço: direção hidráulica.

Esses são apenas alguns exemplos da importância da fachada e boa sinalização para atrair clientes, desde em pequenos estabelecimentos como a lanchonete até em médias e grandes empresas como o caso da oficina especializada. Nesses casos o empreendedor deve pensar como o cliente. Ele entraria em um empreendimento como o dele? Acharia com facilidade o local se não o conhecesse? Confiaria em um lugar que não passa credibilidade? É claro que não! Dê uma olhadinha em volta e quem sabe repense seus conceitos!

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